Espiritualidade indiana

27 mar

espiritualidade indiana

Grande parte dos ocidentais quando pensa, no sentido religioso, em um país asiático “monta” automaticamente uma imagem de radicalismo, extremista.

Tal pré-conceito se justificaria talvez pelos sérios conflitos que assistimos pela TV quase que diariamente. Porém, é bastante importante lembrar que esse fato não é uma regra.

Uma civilização com tamanha variedade cultural, grande diversidade de línguas, hábitos, modo de vida e religiões, a Índia está acostumada a conviver com o “diferente” e prega a Tolerância Religiosa. Nesse último quesito, inclusive, destacam-se as filosofias do Hinduísmo, Islamismo e Budismo.

Essa realidade indiana poderia expor, no mínimo, três características desse país: os conflitos, apesar de existirem, não são dominantes; a espiritualidade se sobrepõe à religiosidade exacerbada e o amor à nação e às tradições ancestrais formam a “liga” que unifica a sociedade como um todo. 

E, como essa noção de enriquecimento espiritual é tão valorizada, não é surpresa encontrar na Índia tantos dogmas, rituais e filosofias. Dentre muitas outras, existe uma que se chama “As 4 Leis indianas da Espiritualidade” e diz o seguinte:

Primeira: “A pessoa que vem é a pessoa certa”. Ninguém entra em nossas vidas por acaso. Todas as pessoas ao nosso redor, interagindo com a gente, têm algo para nos fazer aprender e avançar em cada situação. 

Segunda: “Aconteceu a única coisa que poderia ter acontecido”. Nada, nada absolutamente nada do que acontece em nossas vidas poderia ter sido de outra forma. Mesmo o menor detalhe. Não há nenhum “se eu tivesse feito tal coisa…” ou “aconteceu que um outro …”. Não. O que aconteceu foi tudo o que poderia ter acontecido, e foi para aprendermos a lição e seguirmos em frente. Todas e cada uma das situações que acontecem em nossas vidas são perfeitas.

Terceira: “Toda vez que você iniciar é o momento certo”. Tudo começa na hora certa, nem antes nem depois. Quando estamos prontos para iniciar algo novo em nossas vidas, é que as coisas acontecem.

Quarta: “Quando algo termina, ele termina”. Simplesmente assim. Se algo acabou em nossas vidas é para a nossa evolução. Por isso, é melhor sair, ir em frente e se enriquecer com a experiência.

 

Sem uma citação divina qualquer, as Leis Indianas acima agem como conselhos para a Vida sem causar nenhuma fragmentação religiosa. Essa característica é de extrema importância num Mundo cada vez mais “repartido” pela diversidade de crenças, carente de um aprimoramento do Espírito.

Seria muito bom se todas as outras civilizações tivessem a capacidade de se unir e enxergar as pessoas como seres humanos comuns, independentes de “Xiitas ou Sunitas”. Mas, como isso hoje é quase que uma utopia, é importante tentar ao menos aquela velha história de “fazer a sua parte” e buscar, seja como for, por um respeito à diversidade, seja ela  política, cultural, social, religiosa ou espiritual.

 

Clicando aqui, você conhece outras características da sociedade indiana.

Até a próxima.

 Fontes: http://www.emdiv.com.br/pt/mundo/povosetradicoes/140-india-cultura-e-religiosidade.html

http://luizmarjr.blogspot.com/2010/11/quatro-leis-indianas-da-espiritualidade.html

 

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