Tag Archives: curiosidades

Classificação indicativa pra quê, senhor Deputado?

11 out

Todo mundo que vai ao cinema, assiste TV ou compra jogos eletrônicos tá cansado de saber que pra todas essas mídias existe uma idade mínima recomendada. É a famosa “classificação indicativa”, que, na TV, é representada por aquele quadradinho colorido com um número dentro, no canto da imagem.

Profissionais formados em comunicação, pedagogia, antropologia, direito e cinema são os responsáveis por definir a partir de qual idade um determinado conteúdo pode ser visto sem maiores restrições; e os níveis de classificação, que são “Livre para todos os públicos”, 10, 12, 14, 16 e 18 anos tem algumas restrições também com relação ao horário de exibição: Programas com idade mínima recomendada de 14 anos, por exemplo, só podem ser exibidos após as 21h, assim como aqueles ideais para maiores de 18, que só podem aparecer na programação após as onze da noite.

Obs: No caso da TV a cabo, não há restrições porque, diferente da TV aberta, os pais têm a opção de bloquear os canais que não querem que seus filhos vejam.

Na tabela abaixo, é possível conferir os motivos pelos quais cada atração é ou não recomendada para uma determinada faixa etária: Continue lendo

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O Homem na Natureza: vilão ou mocinho?

19 maio

Aquecimento global, derretimento das calotas polares, desmatamento, buraco na camada de ozônio: quem nunca ouviu falar ou, pior, nunca se preocupou com as possíveis consequências de todos esses fatores para o futuro da humanidade?

Ainda que não pessoalmente, não se é raro assistir a desastres naturais. Eles surgem todo ano, em determinadas estações ou após alguns fenômenos da natureza. São terremotos, tsunamis, vendavais, desabamentos…

O problema de tudo isso é que nós sempre somos a causa do problema. A ciência, há anos, vem dando explicações pra esses fenômenos e todas são baseadas na ação do homem: nós desmatamos, poluímos e usamos desodorante (sim, já que os gases presentes nas embalagens dos aerossóis, os clorofluorcarbonetos, CFC`s, tem sido vistos como os vilões responsáveis pelo buraco na camada de ozônio).

Até aí tudo bem. Já são tantos anos de culpa que nós até nos acostumamos com o status de vilões. Mas, e se de repente surgisse uma exceção pra essa “regra”? E se você se deparasse com teorias completamente diferentes dessas que nos foram passadas há tanto tempo, ou até mesmo teorias que as desmentissem ou ao menos as questionassem? E se alguém surgisse em público dizendo que a existência da camada de ozônio sequer foi comprovada, que o nível dos mares quase não subiu nos últimos séculos e que não são as florestas que trazem as chuvas, mas sim o contrário?

Pois é isso que o professor da USP, Ricardo Augusto Felício, vem nos apresentar nos vídeos abaixo, em uma entrevista para o Jô Soares.

Você certamente vai ficar bastante surpreso e, o melhor, bastante aliviado também.

P.S: A entrevista é longa, mas vale muito a pena pra se ter um embasamento na hora de discutir com aquele amigo pessimista, que acha que o apocalipse vai ocorrer em dezembro e que a culpa também é sua.

Patriotismo ou Nacionalismo?

19 mar

Na mesma linha do post publicado aqui no Palavroeiro sobre Genético e Hereditário, o post de hoje vem confrontar dois conceitos bastante similares e que causam muita confusão: Patriotismo e Nacionalismo.

O termo “patriota”, como sabemos, é comumente utilizado para se referir às pessoas que amam seu país, sentem orgulho de pertencerem a uma determinada nação, etc. E não está errado.

Já o sentido de “nacionalismo” é frequentemente confundido com o primeiro (o que, em algumas situações é um equívoco, já que nem todo patriota, necessariamente, é um nacionalista).

Patriotas, como afirmam os parênteses acima, nem sempre são Nacionalistas. Mas, sim, existem casos em que os dois conceitos se fundem:

Especialmente em épocas de crises econômica ou política, surge um patriotismo exacerbado, radical. Esse sentimento se torna um fenômeno psicossocial e, em alguns casos, se transforma em doutrinas muito bem elaboradas.

O nacionalismo, ainda, devido a toda essa exaustão, corre um risco que o patriotismo não corre: o de, devido a um excesso de “amor” à nação, acabar se tornando xenofóbico.

Em outras palavras, é muito legal amar o país a que se pertence, valorizá-lo, ter mesmo orgulho de pertencer a uma nação, mas sempre seguindo a receita do equilíbrio e tendo consciência de que todos os países do Mundo, independente do grau de desenvolvimento, têm suas próprias origens, costumes, problemas. E isso deve ser respeitado.

FONTE: http://www.nacionalismo.com.br/txt/txt00.html

Cores, samba e belezas naturais: O “Brazil” de Walt Disney

8 dez

Mickey, Minnie, Pato Donald… Zé Carioca. Foi através desse personagem que o Brasil foi representado nas histórias de Walt Disney.

No início, década de 40, a chamada “política de boa vizinha” que os EUA pregavam auxiliou no momento de caracterizar o papagaio Zé Carioca como um camarada simpático, com um gingado todo brasileiro inserido num cenário tipicamente tropical, civilizado e de gente receptiva. E é interessante lembrar que todas essas características do “Brazil” de Disney são bastante diferentes daquelas dadas a outros países que não os EUA (retratado nas histórias como “Patópolis”): As demais nações eram mostradas como inferiores e depreciadas através de habitantes vistos como “bárbaros”.

Em outras palavras, os EUA eram uma espécie de “melhor amigo” do Brasil e Walt Disney exprimia bem isso nas aventuras de seus personagens.

Tamanha amizade, entretanto, começou a decair no início da Ditadura Brasileira, quando nosso país passou a ser visto como “atrasado”, sem capacidade nem mesmo para eleger um Presidente da República. Seguindo esse mesmo raciocínio, o até então “bem apessoado” Zé Carioca passou a ser visto como o típico brasileiro preguiçoso, malandro, pobre e desonesto.

O tempo passou. O direito à democracia foi reconquistado e, se hoje essa caricatura do brasileiro, personificada pelo papagaio de Walt Disney, mudou, é difícil responder.

De qualquer forma, é bastante interessante ver o Brasil, e a música brasileira, retratados de forma tão colorida e bonita num filme de Walt Disney (mesmo que essa “poesia” toda tenha sido baseada numa “amizade” que andou passando por certos “altos e baixos”…)

Abaixo, você pode conferir o trecho “Aquarela do Brasil” do filme “Saludos Amigos”, de 1942:

Até a próxima.

Independência Brasileira: Um ato, várias faces.

5 set

Pra muita gente, é apenas mais um feriado. Pra outros, um dia de sair cedinho de casa com a família pra acompanhar o desfile cívico e, como em poucas ocasiões, sentir orgulho da pátria.

Seja como for, o dia do tão famoso grito de “Independência ou Morte” dado por Dom Pedro marca a ruptura de uma aliança até então predatória vivida entre Brasil e seu colonizador, Portugal. Como se não bastasse, o 7 de setembro sinaliza também o marco do início da temida Dívida Externa.

O vídeo abaixo conta de forma interativa e bem-humorada como foi essa transição de Brasil-Colônia para Império Independente (tudo através de mensagens de MSN trocadas entre Dom Pedro e o rei de Portugal, D. João VI)


 
O 7 de setembro é visto também por muita gente como um ato heróico e belo, bem representado pelo famoso quadro de Pedro Américo, “Independência ou Morte”.

D. Pedro montado num cavalo branco, às margens do rio Ipiranga, armado e demonstrando total engajamento em favor da pátria realmente são gestos bonitos, que simbolizam heroísmo. Porém, será que foi realmente assim?

quadro da Independência

Pra começar, o pintor do quadro, Pedro Américo, não estava presente no “evento”. Ele só entregou a encomenda à Família Real em 1888, 66 anos depois do ato da Independência.

Além disso, o artista foi acusado de plagiar uma outra pintura chamada “1807, Friedland” de Ernest Messonier, que representa uma batalha vencida por Napoleão Bonaparte:

Friedland

A semelhança entre as obras é bastante explícita.

Como se não bastasse, o livro “1822 – Como um homem sábio, uma princesaCapa do livro 1822 triste e um escocês louco por dinheiro ajudaram D. Pedro a criar o Brasil – um país que tinha tudo para dar errado”, conta de forma curiosa e bem-humorada como realmente aconteceu a Independência. O escritor Laurentino Gomes apresenta um Dom Pedro mais humano, nem como um herói patriota e nem como o jovem de 23 anos, mulherengo e irresponsável; mostra também a importância de outros personagens “secundários”, como José Bonifácio e a princesa Leopoldina, ambos intelectuais da época com larga experiência e conhecimentos sobre política, que muito ajudaram Dom Pedro. O jornalista usa ainda algumas curiosidades bastante engraçadas sobre o ato às margens do rio Ipiranga, como a mulinha na qual o futuro imperador estava montado e a dor de barriga que o assolava.

Clique aqui para ler um trecho da obra de Laurentino Gomes.

Independente do enredo, um bom 7 de Setembro a todos e Até a Próxima.

FONTES: http://www.cartacapital.com.br/carta-na-escola/um-barril-de-polvora-chamado-brasil

http://pessoas.hsw.uol.com.br/ipiranga.htm

http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/800336-confira-trecho-do-novo-livro-de-laurentino-gomes-1822.shtml

Senhoras e Senhores… Aurora Boreal!

9 ago

A Natureza, apesar de todos os danos sofridos no decorrer dos tempos, ainda continua nos proporcionando verdadeiros espetáculos ao ar livre.

Um desses shows naturais acontece devido a uma grande quantidade de explosões de partículas que, eletrizadas, colidem com os gases da atmosfera e criam um belíssimo espectro luminoso.

Esse é o famoso fenômeno da Aurora Boreal.

 

Para aqueles que algum dia desejam assistir a esse espetáculo natural “na primeira fila”, é necessário saber que a Aurora Boreal ocorre, geralmente, no final da tarde ou durante a noite nas regiões polares do planeta. E, inclusive, é possível vê-la perfeitamente a olho nu.

 

Existem ainda algumas curiosidades sobre esse show de luzes: A primeira é que o nome, Aurora Boreal, foi criado por Galileu Galilei em homenagem à deusa romana que simbolizava o amanhecer, Aurora, e ao seu filho Boreas.

A segunda é que os ventos solares que nos proporcionam o fenômeno também são responsáveis por diversas interferências em sinais de TV, satélites, radares e telefonia.

A terceira é que a Aurora Boreal ocorre não apenas na Terra, mas também em Saturno, Marte e Júpiter. E, os meses mais comuns para o seu aparecimento são fevereiro, março, abril, setembro e outubro.

 

Nem só de neve e Papai-Noel é feito o Pólo Norte. Que tal aproveitar algum desses cinco meses do ano para apreciar de perto a beleza e grandiosidade da nossa mãe Natureza?

 

Fontes: http://www.suapesquisa.com/geografia/aurora_boreal.htm

http://www.noruega.org.br/Travel/A-magia-da-aurora-boreal/

Os Super-Brasileiros!

31 jul

Todo mundo já leu um gibi, viu um filme ou assistiu a um desenho animado de um Super-Herói.

Esses humanos dotados de poderes especiais sempre encantaram crianças e adultos há várias gerações ao redor do Mundo.

Entretanto, existem alguns desses “super-seres” que foram especialmente importantes por aqui:

São os Super-Heróis Brasileiros.

A história começa na década de 50, quando as editoras brasileiras adaptaram os heróis da Marvel para um estilo nacional. Foi nessa época que surgiram nomes como Capitão 7, Raio Negro, O Judoca, Mylar, Velta e Meteoro.

capitão7O Capitão 7 lembra em partes a história do Superman: Carlos era filho de um bondoso casal que resolveu dar abrigo a um alienígena. Como forma de retribuir o agrado, o E.T leva o garoto para o sétimo planeta, onde ele começa a desenvolver suas primeiras habilidades especiais.

Quando ele volta para a Terra, começa seu combate ao mal e assume a identidade secreta de um químico que namora Silvana, filha de um tenente da Interpol. Continue lendo

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